Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular

As células da região mais profunda da epiderme são redondas e conhecidas como células basais. Cerca de 80% dos cânceres de pele se desenvolvem a partir deste tipo de célula e são denominados carcinomas basocelulares. Na maioria das vezes, o carcinoma basocelular se desenvolve na região da cabeça e pescoço.

Converse com seu Médico sobre Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular

Preparamos um roteiro de perguntas que podem lhe orientar numa conversa com seu médico. Alguns pontos são muito importantes e não devem ser deixados de lado:

  • Você pode me explicar quais são os diferentes tipos de câncer de pele?
  • Qual o tipo do meu câncer de pele?
  • Qual é o tamanho do tumor?
  • Qual o estadiamento?
  • Você pode me explicar o resultado do exame anatomopatológico?
  • É provável que o tumor tenha se espalhado? Por quê?
  • Quais são as minhas opções de tratamento?
  • Qual tratamento você recomenda? Por quê?
  • Quais são os objetivos do tratamento?
  • Quanto tempo vai durar o tratamento?
  • É possível remover todo o tumor com a cirurgia?
  • Eu farei a biópsia do linfonodo para verificar se existe disseminação para os gânglios linfáticos?
  • Eu terei uma cicatriz após a cirurgia?
  • Vou sentir dor no local de onde foi removido o câncer?
  • Qual será a aparência da cicatriz após a cirurgia? Quanto tempo leva para cicatrizar?
  • Eu farei algum outro tipo de tratamento após a cirurgia?
  • Quais são os possíveis efeitos colaterais do tratamento, a curto e a longo prazo?
  • Como o tratamento afetará a minha vida diária? Serei capaz de trabalhar, praticar atividade física, e realizar as minhas atividades normais?
  • Qual é a probabilidade do câncer voltar?
  • Devo tomar precauções especiais para evitar exposição ao sol?
  • Vou precisar fazer acompanhamento após o tratamento? Durante quanto tempo?
  • Meus familiares correm risco de desenvolver câncer de pele como o meu?

É muito importante perguntar e esclarecer todas suas dúvidas, a informação é um direito seu!

Fonte: American Cancer Society (20/05/2016)